Importação brasileira de gasolina
Quanta gasolina o Brasil importa, de quais países, por quais portos e a que preço em US$/m³ na origem (FOB), mês a mês desde 1997, pelo Comex Stat.
O que ele responde
A gasolina importada é a concorrente direta do etanol hidratado na bomba e a que preenche a diferença entre o que as refinarias do país produzem e o que o mercado consome. Ela chega como gasolina A, sem o etanol anidro que é misturado depois, na distribuição. No Comex Stat, a base oficial de comércio exterior do governo (MDIC), ela está espalhada por códigos de derivados de petróleo e registrada em quilos; aqui os códigos aduaneiros em que a gasolina foi declarada desde 1997, que mudaram com as revisões da nomenclatura, vêm emendados numa série só e convertidos para metros cúbicos, com preço médio em dólar por m³ e país de origem, porto e estado de entrada no mesmo painel. É o que mostra quanta gasolina entra de fora, de onde vem e por onde entra, e o preço FOB em dólar, na origem, antes de frete internacional, impostos e margens; para o peso da importação no abastecimento, leia junto com Consumo de combustíveis. Esse preço é um dos componentes da paridade de importação, o PPI (Preço de Paridade de Importação: quanto custaria trazer a gasolina de fora), a referência que os importadores usam e que se compara com o preço nas refinarias para ler a defasagem da gasolina. Serve à usina que acompanha a concorrência do etanol com a gasolina, à distribuidora e à importadora de combustíveis e a quem analisa preço e abastecimento regional. Perguntas que ele responde: a importação de gasolina está crescendo neste ano? De quais países ela vem e por quais portos entra? O preço FOB da gasolina importada subiu ou caiu, e o que isso sinaliza para a paridade de importação?
Visões
Volumes e valores
No topo, quatro cartões valem para todas as abas: volume e valor do último mês contra o mês anterior, volume de janeiro até o último mês contra o mesmo intervalo do ano anterior e preço médio (US$/m³) do último mês contra o mesmo mês do ano anterior. O último mês é o último com registro dentro dos filtros; com Ano final escolhido, os cartões passam a falar do último mês desse ano. Na aba: volume e valor por ano na mesma janela de meses (de janeiro até o último mês com dado, para o ano corrente parcial não parecer queda), a divisão por continente de origem (no último mês, ou no período filtrado), a evolução mensal de volume e valor dos últimos 36 meses e a tabela Resumo anual, com volume, valor em US$, preço médio e Transações.
Principais Origens
De onde vem a gasolina: os 15 maiores países de origem no ranking e, na rosca, a participação dos 10 maiores (no último mês, ou no período filtrado), a evolução anual dos 5 maiores parceiros do recorte e a tabela com todos os países, com a fatia de cada um no total. A evolução anual soma o ano cheio, e não a mesma janela de meses: a barra do ano corrente vai só até o último mês com dado.
Anual
Volume e preço médio por ano no mesmo gráfico, na mesma janela de meses de cada ano: é a aba para ver se a gasolina importada ficou mais cara ou mais barata em dólar. Lida com o preço da gasolina nas refinarias, é o ponto de partida para ver quando a paridade de importação ficou acima ou abaixo do preço interno. A tabela Resumo anual soma o ano cheio.
Mensal
A série mês a mês inteira, com uma régua de rolagem que abre nos últimos 36 meses, e a comparação de cada mês entre anos: abre com os três anos mais recentes, e os botões de ano acima do gráfico incluem ou tiram cada ano. No ano corrente, a linha para no último mês publicado em vez de cair a zero. Mostra em que meses a importação acelerou em cada ano; para o peso dela no abastecimento, leia junto com Consumo de combustíveis. A tabela Resumo mensal traz volume, valor, preço médio e Transações de cada mês.
Importação Total
O volume total e o valor total em US$ por ano, em dois gráficos, na mesma janela de meses de cada ano, e a tabela Resumo anual do ano cheio. Para a gasolina, a curva anual mostra em que anos o país trouxe mais produto de fora para completar o que as refinarias nacionais não supriram.
Agrupado País de Origem, Porto de Destino e Estado de Destino
Uma aba para cada recorte: os 20 maiores no ranking e a participação dos 10 maiores (no último mês, ou no período filtrado), mais a tabela consolidada de todo o recorte filtrado, com volume, valor, fatia do total e Transações. O porto é a unidade da Receita Federal onde a carga foi desembaraçada: em geral um porto, mas também aeroporto, porto seco no interior ou posto de fronteira. O estado é o dessa unidade, e não o da empresa importadora nem o do consumo. Para a gasolina, o porto e o estado de entrada mostram por onde o produto importado chega, o ponto de partida para ver em que regiões ele disputa mais o consumidor com o etanol hidratado.
Filtros
| Ano inicial e Ano final | Um ano em cada, formando o intervalo. Com qualquer um deles escolhido, rankings e participações deixam de mostrar só o último mês e somam todo o intervalo; o Ano final vira o ano de referência dos cartões e da janela de meses dos gráficos anuais. Não há filtro de mês. Para ler um ano só, escolha o mesmo ano em Ano inicial e Ano final: só com o Ano final, os rankings somam desde 1997 até ele. |
| País de origem | Multisseleção, com busca. |
| Continente | Multisseleção: restringe o painel aos países de origem dos continentes marcados. |
| Porto de destino | Multisseleção, com busca: o porto de entrada no Brasil, isto é, a unidade da Receita Federal onde a carga foi desembaraçada. |
| Estado de destino | Multisseleção: o estado de entrada, isto é, o da unidade da Receita do desembaraço. |
Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.
Dados e atualização
| Fonte | MDIC / Secex — Comex Stat (declarações de exportação e importação) |
| Cobertura | 1997 a 2026 · 2.317 registros |
| Atualizado em | 04/09/2026 |
Exportação
Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.
Indicadores vizinhos
- Comparação de preços da gasolina internacional e do mercado interno brasileiro — o preço internacional da gasolina comparado ao do mercado interno
- Evolução do preço do diesel e da gasolina nas refinarias — o preço da gasolina nas refinarias brasileiras
- Consumo de combustíveis - etanol hidratado, anidro e gasolina — quanto de gasolina e de etanol o país consome