Comparação de preços da gasolina internacional e do mercado interno brasileiro
Quanto o preço da gasolina da Petrobras está acima ou abaixo do preço internacional trazido ao Brasil, numa paridade de importação (PPI) simplificada, por dia, mês e ano.
O que ele responde
A defasagem da gasolina, quanto o preço da Petrobras está acima ou abaixo do preço internacional da gasolina trazido ao Brasil, move a importação, a competitividade do etanol na bomba e as decisões de compra das distribuidoras. As fontes oficiais (EIA, Banco Central e Petrobras) não publicam a conta pronta; o indicador a faz para cada dia da série, atualizada a cada divulgação semanal da EIA. A conta parte da cotação à vista (spot) da gasolina comum no Golfo dos EUA (Golfo do México), publicada pela EIA, a agência de informação de energia do governo americano, convertida em reais por litro pelo dólar PTAX do Banco Central e somada a um custo fixo de internação: uma versão simplificada da paridade de importação (PPI), que no mercado embute frete, seguro e taxas que variam. Do outro lado fica o preço médio da gasolina A (a gasolina pura, antes da mistura com etanol anidro) da Petrobras nas refinarias. Daí saem a diferença em reais e em percentual, por dia, mês ou ano, a comparação entre anos e uma tabela por ano, mês e dia para baixar. Serve à usina que mede o espaço de preço do etanol hidratado, à distribuidora e ao importador que acompanham a tendência da defasagem antes de fazer a própria conta de importação.
Visões
Indicadores
A aba principal. Os cartões do topo mostram a defasagem do último dia publicado, qualquer que seja o filtro: o preço internacional com internação, o preço do produtor interno, a diferença em reais e em percentual e o dólar do dia, contra o mesmo dia do ano anterior (no cartão da diferença em reais, a variação é em reais por litro, não em percentual). Abaixo, quatro seções, cada uma com seletor de frequência próprio (as três primeiras abrem na mensal, o histórico na diária): a cotação internacional pura contra o preço interno; a diferença em reais; a diferença em percentual; e o histórico do preço internacional com internação contra o da Petrobras.
Comparação entre os anos
No fim da aba Indicadores: a média mensal de até quatro dos anos selecionados, para o preço internacional com internação e para o preço do produtor interno.
Tabela completa
A tabela por ano, que se abre em meses e dias, com a cotação internacional, a cotação com internação, o preço interno e as duas diferenças, e o botão de download, cujo arquivo traz também o número de dias de cada linha.
Filtros
| Ano | Multi-seleção; abre nos três anos mais recentes e vale para os gráficos e a tabela. Os cartões do topo não mudam: mostram sempre o último dia. |
| Mês | Multi-seleção; vazio, entram todos os meses. Vale para os gráficos e a tabela, não para os cartões do topo. |
| Frequência | Diária, semanal, mensal ou anual, escolhida em cada seção. A semanal não é uma série semana a semana: em cada ano, ela junta num ponto os dias da 1ª semana de todos os meses, noutro os da 2ª, e assim até a 6ª, seis pontos por ano. Para ver a evolução, use a diária ou a mensal. |
Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.
Dados e atualização
| Fonte | EIA (U.S. Energy Information Administration) e Banco Central do Brasil |
| Cobertura | 2008 a 2026 · 6.847 registros |
| Atualizado em | 30/09/2026 |
Exportação
Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.
Indicadores vizinhos
- Evolução do preço do diesel e da gasolina nas refinarias — o preço da Petrobras e cada reajuste, para a gasolina e o diesel
- Importação brasileira de gasolina — quanto de gasolina o Brasil importa, por origem e mês
- Relação de preço etanol/gasolina ao consumidor — como o preço da gasolina chega à bomba frente ao do etanol