Empresas que estão buscando a importação de etanol (ANP)
Quais empresas buscam importar etanol no Brasil e por quais portos: licenças de 2012 a 2019 e, desde 2020, a carga que de fato entrou, com país de origem (ANP).
O que ele responde
A estatística do comércio exterior diz quanto etanol entrou no país e de onde, mas não diz quem trouxe. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publica os registros de importação de etanol por empresa, arquivo a arquivo, com nomes e pontos de entrada escritos de jeitos diferentes ao longo dos anos: licenças de importação deferidas até 2019 e desembaraços, a carga que efetivamente entrou, de 2020 em diante. Aqui a série desde 2012 vem num painel só, com os nomes e os pontos de entrada padronizados. O painel traz a lista das importadoras de etanol, quanto cada empresa responde do total, por quais portos o etanol entra, quantas empresas e quantos portos houve em cada mês e, de 2020 em diante, o país de origem da carga. Este painel mostra quem está trazendo; Importação brasileira de etanol (Comex Stat) dá o total e o preço. São bases com datas diferentes, que não fecham mês a mês. Serve à usina que quer saber quem está trazendo etanol para a sua região, à distribuidora e à trading que acompanham a concorrência na importação e a quem acompanha a janela de importação, isto é, os momentos em que trazer etanol de fora compensou frente ao nacional (a paridade de importação). Perguntas que ele responde: quais empresas importaram etanol neste ano? Quantas empresas estão importando, e o número está crescendo? Por quais portos o etanol importado entra?
Visões
Indicadores
O volume importado por empresa e a participação de cada uma no total (as 30 maiores), o volume e a participação por porto de entrada, o histórico mês a mês com uma linha por ano, o volume acumulado dentro do ano, o número de empresas que importaram em cada mês e o número de portos de entrada em cada mês. Os gráficos mensais têm rolagem. Quando o recorte inclui dados de 2020 em diante, aparece o bloco Origem da carga, com o volume e a participação por país de origem. No topo, quatro cartões valem para todas as abas: o volume, o número de empresas e o número de portos do ano mais recente, cada um contra os mesmos meses do ano anterior, e o total de registros do recorte.
Indicadores por quinzena
O histórico quinzenal que a ANP publicou de 2015 a 2018: o volume acumulado e o volume de cada quinzena, o número de empresas e o número de portos por quinzena. Desde janeiro de 2019 a ANP não divulga mais por quinzena, e a aba avisa quando o recorte não tem dado quinzenal.
Lista de importadoras
Os registros linha a linha: importador, produto (código da Nomenclatura Comum do Mercosul, NCM), ponto de entrada, país de origem, estado (UF), mês, quinzena e quantidade em quilos e em litros.
Filtros
| Ano e Mês | Multisseleção; o ano tem busca. |
| Importador | Multisseleção, com busca. |
| Ponto de entrada | Multisseleção, com busca. |
| Quinzena | Multisseleção. Só o trecho de 2015 a 2018 tem quinzena; nos demais anos o registro é mensal. |
| País de origem, estado (UF) do importador e Produto (NCM) | Multisseleção, com busca. O produto é o código da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que separa o etanol não desnaturado do desnaturado. Os três campos só existem nos registros de 2020 em diante (a UF, só nos mais recentes): marcar qualquer um deles tira do recorte os anos anteriores. |
Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.
Dados e atualização
| Fonte | ANP — Relatório de Desembaraços de Importações (NCM 2207) |
| Cobertura | 2012 a 2026 · 3.503 registros |
| Fonte até 2019 | licenças de importação deferidas |
| Fonte de 2020 em diante | desembaraços de importação |
| Atualizado em | 09/09/2026 |
Exportação
Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.