Empresas que estão buscando a importação de etanol (ANP)

Quais empresas buscam importar etanol no Brasil e por quais portos: licenças de 2012 a 2019 e, desde 2020, a carga que de fato entrou, com país de origem (ANP).

8 gráficos6 tabelas2012 a 2026344 empresas57 países de origemAtualizado em 09/09/2026

O que ele responde

A estatística do comércio exterior diz quanto etanol entrou no país e de onde, mas não diz quem trouxe. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publica os registros de importação de etanol por empresa, arquivo a arquivo, com nomes e pontos de entrada escritos de jeitos diferentes ao longo dos anos: licenças de importação deferidas até 2019 e desembaraços, a carga que efetivamente entrou, de 2020 em diante. Aqui a série desde 2012 vem num painel só, com os nomes e os pontos de entrada padronizados. O painel traz a lista das importadoras de etanol, quanto cada empresa responde do total, por quais portos o etanol entra, quantas empresas e quantos portos houve em cada mês e, de 2020 em diante, o país de origem da carga. Este painel mostra quem está trazendo; Importação brasileira de etanol (Comex Stat) dá o total e o preço. São bases com datas diferentes, que não fecham mês a mês. Serve à usina que quer saber quem está trazendo etanol para a sua região, à distribuidora e à trading que acompanham a concorrência na importação e a quem acompanha a janela de importação, isto é, os momentos em que trazer etanol de fora compensou frente ao nacional (a paridade de importação). Perguntas que ele responde: quais empresas importaram etanol neste ano? Quantas empresas estão importando, e o número está crescendo? Por quais portos o etanol importado entra?

Visões

Indicadores

O volume importado por empresa e a participação de cada uma no total (as 30 maiores), o volume e a participação por porto de entrada, o histórico mês a mês com uma linha por ano, o volume acumulado dentro do ano, o número de empresas que importaram em cada mês e o número de portos de entrada em cada mês. Os gráficos mensais têm rolagem. Quando o recorte inclui dados de 2020 em diante, aparece o bloco Origem da carga, com o volume e a participação por país de origem. No topo, quatro cartões valem para todas as abas: o volume, o número de empresas e o número de portos do ano mais recente, cada um contra os mesmos meses do ano anterior, e o total de registros do recorte.

Indicadores por quinzena

O histórico quinzenal que a ANP publicou de 2015 a 2018: o volume acumulado e o volume de cada quinzena, o número de empresas e o número de portos por quinzena. Desde janeiro de 2019 a ANP não divulga mais por quinzena, e a aba avisa quando o recorte não tem dado quinzenal.

Lista de importadoras

Os registros linha a linha: importador, produto (código da Nomenclatura Comum do Mercosul, NCM), ponto de entrada, país de origem, estado (UF), mês, quinzena e quantidade em quilos e em litros.

Filtros

Ano e MêsMultisseleção; o ano tem busca.
ImportadorMultisseleção, com busca.
Ponto de entradaMultisseleção, com busca.
QuinzenaMultisseleção. Só o trecho de 2015 a 2018 tem quinzena; nos demais anos o registro é mensal.
País de origem, estado (UF) do importador e Produto (NCM)Multisseleção, com busca. O produto é o código da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que separa o etanol não desnaturado do desnaturado. Os três campos só existem nos registros de 2020 em diante (a UF, só nos mais recentes): marcar qualquer um deles tira do recorte os anos anteriores.

Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.

Dados e atualização

FonteANP — Relatório de Desembaraços de Importações (NCM 2207)
Cobertura2012 a 2026 · 3.503 registros
Fonte até 2019licenças de importação deferidas
Fonte de 2020 em diantedesembaraços de importação
Atualizado em09/09/2026
Vale saber: A série tem um degrau em 2020, e ele é da fonte. Até 2019, ela vem do relatório de licenças de importação deferidas, que mede a autorização para importar: a licença pode não ser usada, e a mesma carga reaparece quando ela é renovada. De 2020 em diante, o painel passa a usar o relatório de desembaraços, que mede a carga que efetivamente entrou e traz o país de origem; as licenças desse período não entram, para não misturar as duas medidas, e a ANP deixou de publicá-las em abril de 2026. Por isso os volumes de antes e de depois de 2020 não são a mesma medida, e a comparação direta entre os dois períodos distorce a leitura. O degrau aparece também nos cartões: com 2020 como ano mais recente do recorte, eles comparam desembaraços com licenças de 2019, e a variação mostra a troca de fonte, não o mercado. Gráficos, cartões e downloads da aba Indicadores estão em milhares de litros; a Lista de importadoras traz quilos e litros. Os litros são o peso informado pela ANP dividido por 0,8, a densidade fixa que a base histórica inteira usa. Os rankings e as participações somam todo o recorte filtrado (sem filtro, desde o início da série). Antes de 2020, o produto aparece descrito por extenso, como a fonte publicava. Os números não batem com Importação brasileira de etanol (Comex Stat), que usa outra data, outro critério e outra densidade.

Exportação

Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.

Indicadores vizinhos

Mais em Importação