Importação brasileira de farelo de milho (DDG)

Quanto farelo e resíduo de milho (código em que se declara o DDG/DDGS) o Brasil importa, de quais países, por quais portos e a que preço em US$/t.

19 gráficos9 tabelas1997 a 202610 países de origemAtualizado em 12/08/2026

O que ele responde

Para a usina de etanol de milho, o farelo importado é um sinal de concorrência no mercado de ração: este painel mostra quando entra farelo de milho de fora, de qual país, por qual porto e a quantos dólares a tonelada. O DDG (distillers dried grains, grãos secos de destilaria, também chamado DDGS) é o coproduto do etanol de milho e disputa a ração animal com o farelo de soja e o próprio milho, como fonte de proteína e energia para bovinos, suínos e aves. Só a versão seca viaja; o úmido (WDG, wet distillers grains) fica perto da usina, e a oferta nacional vem das usinas de etanol de milho. O Comex Stat, a base oficial de comércio exterior do governo (MDIC), não tem um código só para o DDG; esta série é a do código de farelos e resíduos de milho (NCM 2302.10.00), em toneladas, com preço FOB médio em dólar, comparação do mesmo intervalo de meses entre anos e país de origem, porto e estado de entrada no mesmo painel. Esse código junta o DDG a outros farelos e resíduos de milho, e na importação não há como saber quanto do que entra é DDG. Com a oferta nacional de DDG crescendo, a pergunta é se o farelo importado ainda encontra espaço, e em que regiões ele chega perto dos polos de criação. Serve à usina de etanol de milho que acompanha a concorrência do produto de fora, à indústria de ração e à trading de farelos. Perguntas que ele responde: entrou farelo de milho importado neste ano, e de onde? Por quais portos? A que preço FOB, em dólar por tonelada? Para comparar com o preço de exportação, abra Exportação brasileira de farelo de milho (DDG), com as mesmas abas.

Visões

Volumes e valores

No topo, quatro cartões valem para todas as abas: volume e valor do último mês contra o mês anterior, volume de janeiro até o último mês contra o mesmo intervalo do ano anterior e preço médio (US$/t) do último mês contra o mesmo mês do ano anterior. O último mês é o último com registro dentro dos filtros; com Ano final escolhido, os cartões passam a falar do último mês desse ano. Na aba: volume e valor por ano na mesma janela de meses (de janeiro até o último mês com dado, para o ano corrente parcial não parecer queda), a divisão por continente de origem (no último mês, ou no período filtrado), a evolução mensal de volume e valor dos últimos 36 meses e a tabela Resumo anual, com volume, valor em US$, preço médio e Transações.

Principais Origens

De onde vem o farelo de milho: no último mês, ou no período filtrado, até 15 países de origem no ranking e, na rosca, a participação dos 10 maiores; mais a evolução anual dos 5 maiores parceiros do recorte e a tabela com todos os países, com a fatia de cada um no total. A evolução anual soma o ano cheio, e não a mesma janela de meses: a barra do ano corrente vai só até o último mês com dado. É onde se vê de quais países produtores vem o farelo que concorre com o nacional na ração.

Anual

Volume e preço médio por ano no mesmo gráfico, na mesma janela de meses de cada ano: é a aba para ver se o farelo de milho importado ficou mais caro ou mais barato em dólar. A tabela Resumo anual soma o ano cheio.

Mensal

A série mês a mês inteira, com uma régua de rolagem que abre nos últimos 36 meses, e a comparação de cada mês entre anos: abre com os três anos mais recentes, e os botões de ano acima do gráfico incluem ou tiram cada ano. No ano corrente, a linha para no último mês publicado em vez de cair a zero. A tabela Resumo mensal traz volume, valor, preço médio e Transações de cada mês. Como a entrada é esporádica, um único lote pode definir o mês: é a aba para ver se há fluxo regular ou só cargas pontuais.

Importação Total

O volume total e o valor total em US$ por ano, em dois gráficos, na mesma janela de meses de cada ano, e a tabela Resumo anual do ano cheio.

Agrupado País de Origem, Porto de Destino e Estado de Destino

Uma aba para cada recorte: no último mês, ou no período filtrado, até 20 no ranking e a participação dos 10 maiores, mais a tabela consolidada de todo o recorte filtrado, com volume, valor, fatia do total e Transações. O porto é a unidade da Receita Federal onde a carga foi desembaraçada: em geral um porto, mas também aeroporto, porto seco no interior ou posto de fronteira. O estado é o dessa unidade, e não o da empresa importadora nem o do consumo. Para o farelo de milho, o estado de entrada indica em que região o importado chega, para comparar com onde estão os polos de criação e as usinas de etanol de milho.

Filtros

Ano inicial e Ano finalUm ano em cada, formando o intervalo. Com qualquer um deles escolhido, rankings e participações deixam de mostrar só o último mês e somam todo o intervalo; o Ano final vira o ano de referência dos cartões e da janela de meses dos gráficos anuais. Não há filtro de mês. Para ler um ano só, escolha o mesmo ano em Ano inicial e Ano final: só com o Ano final, os rankings somam desde 1997 até ele.
País de origemMultisseleção, com busca.
ContinenteMultisseleção: restringe o painel aos países de origem dos continentes marcados.
Porto de destinoMultisseleção, com busca: o porto de entrada no Brasil, isto é, a unidade da Receita Federal onde a carga foi desembaraçada.
Estado de destinoMultisseleção: o estado da unidade da Receita do desembaraço.

Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.

Dados e atualização

FonteMDIC / Secex — Comex Stat (declarações de exportação e importação)
Cobertura1997 a 2026 · 521 registros
RitmoMensal
Atualizado em12/08/2026
Vale saber: Os dados do Comex Stat são preliminares e podem ser revistos pela Secex nas divulgações seguintes; o mês mais recente é o mais sujeito a revisão, e o ano corrente vai só até o último mês publicado. Os gráficos anuais comparam a mesma janela de meses de cada ano, e as tabelas Resumo anual somam o ano cheio: são duas leituras de propósito. Sem filtro de ano, rankings e participações por país, porto, estado e continente mostram só o último mês; com filtro, todo o intervalo; as tabelas abaixo deles somam sempre todo o recorte filtrado, e por isso gráfico e tabela não batem. A coluna Transações conta linhas do arquivo do Comex Stat (cada uma separa mês, código do produto, país, unidade da Receita, via de transporte e estado), não embarques nem empresas. O Comex Stat não identifica importadores. O código 2302.10.00 é mais largo que o DDG: inclui outros farelos e resíduos de milho, e na importação não há como separar o DDG do resto em nenhum trecho da série; a expansão do etanol de milho no Brasil explica a leitura da exportação, não a natureza do que entra. Os resíduos de destilaria do código 2303.30.00 ficam fora. É um fluxo pequeno, com meses sem importação, e um embarque isolado mexe muito no preço médio. Meses sem importação não aparecem na série contínua nem no Resumo mensal: o eixo pula esses meses. Na comparação mês a mês entre anos, eles aparecem como zero. A mesma régua vale para os gráficos anuais e para o cartão de volume do ano: eles vão de janeiro até o último mês com importação do ano mais recente, e, se a última entrada desse ano foi cedo, todos os anos aparecem cortados nesse mês. Para ver o ano cheio, use a tabela Resumo anual ou escolha um Ano final já fechado. O preço é o FOB declarado, na origem, sem frete internacional, seguro, tarifa, tributos nem custos de internação. Não há aba de município (no arquivo municipal do MDIC o código vem junto com farelos de outros cereais) nem filtro de produto.

Exportação

Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.

Indicadores vizinhos

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