Importação brasileira de açúcar

Quanto açúcar bruto e refinado o Brasil importa, de quais países, por quais portos e a que preço médio em US$/t, mês a mês desde 1997, pelo Comex Stat.

8 gráficos6 tabelas1997 a 202645 países de origemAtualizado em 04/09/2026

O que ele responde

O Brasil exporta açúcar, mas também importa, e é esse importado que concorre com a usina no mercado interno; o fluxo some no meio das estatísticas. Aqui ele vem consolidado desde 1997: quando entrou açúcar de fora, de qual país, por qual porto e a que preço em dólar por tonelada. No Comex Stat, a base oficial de comércio exterior do governo (MDIC), é preciso somar os códigos aduaneiros do açúcar (NCM 1701) e calcular o preço à mão. O bruto e o refinado se separam pelo filtro de produto, tudo em toneladas. O açúcar é um dos poucos produtos que ficaram fora do livre comércio do Mercosul: mesmo vindo dos vizinhos, paga a Tarifa Externa Comum (TEC). Por isso a entrada depende da tarifa e de regimes especiais como o drawback, em que o açúcar entra como insumo de produtos que serão exportados; o painel não separa o regime, e a pergunta que ele responde é quando, de onde e por qual porto essa porta se abriu. O preço é o FOB, na origem, sem frete nem impostos; lido junto com Preço do açúcar cristal na usina, é o ponto de partida da comparação com o nacional, que ainda precisa somar frete, seguro, tarifa e custos de internação. Serve à usina e à refinaria que acompanham a concorrência do produto importado, à indústria de alimentos e bebidas que compra açúcar e a quem analisa o balanço de oferta do país. Perguntas que ele responde: entrou açúcar importado neste ano, e em que meses? De quais países e por quais portos? A entrada foi de açúcar bruto para refino ou de refinado pronto para a indústria? O preço do importado em dólar está acima ou abaixo do ano anterior?

Visões

Volumes e valores

No topo, quatro cartões valem para todas as abas: volume e valor do último mês contra o mês anterior, volume de janeiro até o último mês contra o mesmo intervalo do ano anterior e preço médio (US$/t) do último mês contra o mesmo mês do ano anterior. O último mês é o último com registro dentro dos filtros; com Ano final escolhido, os cartões passam a falar do último mês desse ano. Na aba: volume e valor por ano na mesma janela de meses (de janeiro até o último mês com dado, para o ano corrente parcial não parecer queda), a divisão por continente de origem (no último mês, ou no período filtrado), a evolução mensal de volume e valor dos últimos 36 meses e a tabela Resumo anual, com volume, valor em US$, preço médio e Transações.

Principais Origens

De onde vem o açúcar: os 15 maiores países de origem no ranking e, na rosca, a participação dos 10 maiores (no último mês, ou no período filtrado), a evolução anual dos 5 maiores parceiros do recorte e a tabela com todos os países, com a fatia de cada um no total. A evolução anual soma o ano cheio, e não a mesma janela de meses: a barra do ano corrente vai só até o último mês com dado. Para o açúcar importado, a origem mostra se a carga vem de vizinhos da América do Sul ou de fornecedores de outros continentes, o que muda a logística e o frete.

Anual

Volume e preço médio por ano no mesmo gráfico, na mesma janela de meses de cada ano: é a aba para ver se o açúcar importado ficou mais caro ou mais barato em dólar. Lido junto com o preço do cristal na usina e com o câmbio, é o ponto de partida para ver em que anos o importado chegou mais perto de competir com o nacional, antes de somar frete, tarifa e internação. A tabela Resumo anual soma o ano cheio.

Mensal

A série mês a mês inteira, com uma régua de rolagem que abre nos últimos 36 meses, e a comparação de cada mês entre anos: abre com os três anos mais recentes, e os botões de ano acima do gráfico incluem ou tiram cada ano. No ano corrente, a linha para no último mês publicado em vez de cair a zero. Como a importação de açúcar é esporádica, é a aba para ver em que meses houve entrada. O painel não separa o regime aduaneiro: o que entrou em drawback está somado ao resto. A tabela Resumo mensal traz volume, valor, preço médio e Transações de cada mês.

Importação Total

O volume total e o valor total em US$ por ano, em dois gráficos, na mesma janela de meses de cada ano, e a tabela Resumo anual do ano cheio.

Agrupado País de Origem, Porto de Destino e Estado de Destino

Uma aba para cada recorte: os 20 maiores no ranking e a participação dos 10 maiores (no último mês, ou no período filtrado), mais a tabela consolidada de todo o recorte filtrado, com volume, valor, fatia do total e Transações. O porto é a unidade da Receita Federal onde a carga foi desembaraçada: em geral um porto, mas também aeroporto, porto seco no interior ou posto de fronteira. O estado é o dessa unidade, e não o da empresa importadora nem o do consumo. Para o açúcar, o recorte por porto e por estado mostra por onde o importado entra, o ponto de partida para saber que mercado regional ele abastece.

Agrupado por município

O mesmo ranking, participação e tabela, por município. O município é o do domicílio fiscal da empresa que registrou a operação, e não o destino da carga; por isso capitais e cidades portuárias aparecem no topo. Vem de outro arquivo do MDIC, organizado pela posição 1701 da NCM (que coincide com os códigos deste painel), e só responde a ano, país e estado.

Filtros

Ano inicial e Ano finalUm ano em cada, formando o intervalo. Com qualquer um deles escolhido, rankings e participações deixam de mostrar só o último mês e somam todo o intervalo; o Ano final vira o ano de referência dos cartões e da janela de meses dos gráficos anuais. Não há filtro de mês. Para ler um ano só, escolha o mesmo ano em Ano inicial e Ano final: só com o Ano final, os rankings somam desde 1997 até ele.
País de origemMultisseleção, com busca.
ContinenteMultisseleção: restringe o painel aos países de origem dos continentes marcados.
Porto de destinoMultisseleção, com busca: o porto de entrada no Brasil, isto é, a unidade da Receita Federal onde a carga foi desembaraçada.
Estado de destinoMultisseleção: o estado da unidade da Receita do desembaraço. Na aba por município, vale para o estado do município.
ProdutoMultisseleção entre os quatro itens da base: açúcar bruto de cana, açúcar bruto de beterraba, açúcar refinado e açúcar refinado com aromatizante ou corante. No bruto de cana se declara o VHP; no refinado, também o cristal branco.

Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo. Na aba por município valem só o período, o país e o estado: aquela base do MDIC não tem porto, continente nem produto.

Dados e atualização

FonteMDIC / Secex — Comex Stat (declarações de exportação e importação)
Cobertura1997 a 2026 · 3.498 registros
Atualizado em04/09/2026
Vale saber: Os dados do Comex Stat são preliminares e podem ser revistos pela Secex nas divulgações seguintes; o mês mais recente é o mais sujeito a revisão, e o ano corrente vai só até o último mês publicado. Os gráficos anuais comparam a mesma janela de meses de cada ano, e as tabelas Resumo anual somam o ano cheio: são duas leituras de propósito. Sem filtro de ano, rankings e participações por país, porto, estado e continente (e município) mostram só o último mês; com filtro, todo o intervalo; as tabelas abaixo deles somam sempre todo o recorte filtrado, e por isso gráfico e tabela não batem. A coluna Transações conta linhas do arquivo do Comex Stat (cada uma separa mês, código do produto, país, unidade da Receita, via de transporte e estado), não embarques nem empresas. O Comex Stat não identifica importadores. Na aba por município não valem os filtros de porto, continente e produto: aquela base do MDIC não tem esses campos. Por ser um fluxo pequeno, há meses sem importação nenhuma. Meses sem importação não aparecem na série contínua nem no Resumo mensal: o eixo pula esses meses. Na comparação mês a mês entre anos, eles aparecem como zero. Por isso o último mês dos cartões pode estar bem antes do mês mais recente publicado, e, com poucos registros, um único embarque mexe muito no preço médio do mês. A mesma régua vale para os gráficos anuais e para o cartão de volume do ano: eles vão de janeiro até o último mês com importação do ano mais recente, e, se a última entrada desse ano foi cedo, todos os anos aparecem cortados nesse mês. Para ver o ano cheio, use a tabela Resumo anual ou escolha um Ano final já fechado. O preço é o FOB declarado, na origem, sem frete internacional, seguro, tarifa, tributos nem custos de internação. O volume é o peso líquido declarado, em toneladas.

Exportação

Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.

Indicadores vizinhos

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