Exportação brasileira de farelo de milho (DDG)
Quanto farelo de milho (DDG ou DDGS) o Brasil exporta, para quais países, por quais portos e a que preço médio em US$/t, mês a mês, pelo Comex Stat.
O que ele responde
Para onde vai e quanto vale lá fora o farelo de milho (DDG ou DDGS, grãos secos de destilaria) que sai das usinas de etanol de milho: a exportação do coproduto, mês a mês, com preço em US$ por tonelada, país de destino e porto. De cada tonelada de milho processada sai etanol e sai farelo para ração, e a venda desse farelo pesa na conta da usina. É um farelo proteico que disputa a ração com o farelo de soja, e só a versão seca viaja: o úmido (WDG, wet distillers grains) é vendido perto da usina. Com a expansão do etanol de milho, a exportação passou a ser uma saída para ele. O Comex Stat, a base oficial de comércio exterior do governo (MDIC), não tem um código só para o DDG: a série usa o código aduaneiro em que o DDG brasileiro é declarado (NCM 2302.10.00, farelos e resíduos de milho), em toneladas, com preço FOB médio em dólar e comparação do mesmo intervalo de meses entre anos. O código existe na base desde 1997, mas só se lê como DDG a partir da expansão do etanol de milho, no fim dos anos 2010. Serve à usina de etanol de milho que compara o preço do farelo exportado com o que consegue no mercado interno de ração, à trading de grãos e farelos e a quem analisa a cadeia de ração animal. Perguntas que ele responde: a exportação de farelo de milho deste ano está à frente do ano passado no mesmo período? Para quais países ele vai, e por quais portos sai? A que preço em dólar por tonelada?
Visões
Volumes e valores
No topo, quatro cartões valem para todas as abas: volume e valor do último mês contra o mês anterior, volume de janeiro até o último mês contra o mesmo intervalo do ano anterior e preço médio (US$/t) do último mês contra o mesmo mês do ano anterior. O último mês é o último com registro dentro dos filtros; com Ano final escolhido, os cartões passam a falar do último mês desse ano. Na aba: volume e valor por ano na mesma janela de meses (de janeiro até o último mês com dado, para o ano corrente parcial não parecer queda), a divisão por continente de destino (no último mês, ou no período filtrado), a evolução mensal de volume e valor dos últimos 36 meses e a tabela Resumo anual, com volume, valor em US$, preço médio e Transações.
Principais Destinos
Para onde vai o farelo de milho (DDG): os 15 maiores países de destino no ranking e, na rosca, a participação dos 10 maiores (no último mês, ou no período filtrado), a evolução anual dos 5 maiores parceiros do recorte e a tabela com todos os países, com a fatia de cada um no total. Os destinos são, em geral, mercados de ração animal que compram farelo proteico. A evolução anual soma o ano cheio, e não a mesma janela de meses: a barra do ano corrente vai só até o último mês com dado.
Anual
Volume e preço médio por ano no mesmo gráfico, na mesma janela de meses de cada ano: é a aba para ver se o farelo de milho (DDG) exportado ficou mais caro ou mais barato em dólar, e a partir de quando a série passa a refletir a expansão do etanol de milho. A tabela Resumo anual soma o ano cheio.
Mensal
A série mês a mês inteira, com uma régua de rolagem que abre nos últimos 36 meses, e a comparação de cada mês entre anos: abre com os três anos mais recentes, e os botões de ano acima do gráfico incluem ou tiram cada ano. No ano corrente, a linha para no último mês publicado em vez de cair a zero. A tabela Resumo mensal traz volume, valor, preço médio e Transações de cada mês. Como a usina de etanol de milho opera o ano todo, sem a entressafra da cana, é a aba para ver se o embarque do farelo neste ano acompanha o dos anteriores ou se concentra em alguns meses.
Exportação Total
O volume total e o valor total em US$ por ano, em dois gráficos, na mesma janela de meses de cada ano, e a tabela Resumo anual do ano cheio. No DDG, a curva anual acompanha a entrada em operação das usinas de etanol de milho: é onde se vê em que ano a exportação do coproduto ganhou escala.
Agrupado País de Destino, Porto de Origem e Estado de Origem
Uma aba para cada recorte: os 20 maiores no ranking e a participação dos 10 maiores (no último mês, ou no período filtrado), mais a tabela consolidada de todo o recorte filtrado, com volume, valor, fatia do total e Transações. O porto é a unidade da Receita Federal por onde a carga foi embarcada: em geral um porto, mas também aeroporto, porto seco no interior ou posto de fronteira. O estado é o dessa unidade, e não o da empresa produtora. Para o DDG, é o recorte que mostra por quais portos e estados sai o farelo das usinas de etanol de milho, concentradas no Centro-Oeste, longe da costa.
Filtros
| Ano inicial e Ano final | Um ano em cada, formando o intervalo. Com qualquer um deles escolhido, rankings e participações deixam de mostrar só o último mês e somam todo o intervalo; o Ano final vira o ano de referência dos cartões e da janela de meses dos gráficos anuais. Não há filtro de mês. Para ler um ano só, escolha o mesmo ano em Ano inicial e Ano final; só com o Ano final, os rankings somam desde 1997 até ele e misturam o trecho anterior ao DDG. |
| País de destino | Multisseleção, com busca. |
| Continente | Multisseleção: restringe o painel aos países de destino dos continentes marcados. |
| Porto de origem | Multisseleção, com busca: a unidade da Receita Federal por onde a carga foi embarcada. |
| Estado de origem | Multisseleção: o estado da unidade da Receita do embarque. |
Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.
Dados e atualização
| Fonte | MDIC / Secex — Comex Stat (declarações de exportação e importação) |
| Cobertura | 1997 a 2026 · 1.210 registros |
| Ritmo | Mensal |
| Atualizado em | 12/08/2026 |
Exportação
Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.