Projeções de longo prazo para cana, açúcar e etanol (OCDE-FAO)
Até onde vão a cana, o açúcar e o etanol do Brasil em dez anos, segundo a projeção que OCDE e FAO publicam todo ano — e que fatia do mercado mundial o país mantém.
O que ele responde
A OCDE e a FAO publicam todo ano um Outlook com dez anos de projeção para as commodities agrícolas, num banco de dados que traz 46 países e agregados, medida a medida. O indicador recorta desse banco o que interessa ao setor sucroenergético brasileiro e o entrega já convertido e comparável: a cana desde 1990 com área colhida, produtividade e destino para biocombustível; o balanço do açúcar e do etanol com produção, consumo doméstico, exportação, importação e estoque final; o preço ao produtor; e a fatia do Brasil no mercado mundial, ano a ano. Cada série separa o que foi observado do que é projeção, em cores diferentes, porque misturar os dois numa linha só é o erro mais fácil de cometer com um dado destes. E há um filtro que põe até doze países ou blocos lado a lado com o Brasil nas duas séries em que a OCDE publica todo mundo — exportação de açúcar e produção de etanol —, que é onde se vê a Tailândia, a Índia e os Estados Unidos chegando perto. O corte observado/projetado anda sozinho quando sai a edição nova: ele vem da própria edição, não de uma data fixa no código.
Visões
Cana-de-Açúcar
A safra brasileira de 1990 a 2035 em quatro cartões de capa e quatro gráficos: produção e produtividade no mesmo quadro (barras para a moagem, linha para a tonelada por hectare), área colhida, etanol produzido a partir da cana e preço nominal ao produtor. A tabela do rodapé traz tudo junto, inclusive a cana destinada a biocombustível, com uma coluna dizendo se a linha é observação ou projeção.
Açúcar e Etanol
Uma aba para cada produto, com a mesma estrutura: produção, consumo doméstico e exportação no mesmo gráfico; estoque final; e preço nominal ao produtor. A tabela do rodapé acrescenta a importação, que não tem gráfico próprio. O açúcar vai de 1990 e o etanol de 2000 — é o que a OCDE publica, não falha de coleta; só o estoque do etanol começa em 1999, porque a fonte publica o estoque de abertura da série.
Brasil no mundo
A fatia brasileira em quatro recortes (exportação de açúcar, produção de açúcar, de etanol e de cana), o ranking dos doze maiores exportadores de açúcar e produtores de etanol no último ano da projeção, e dois gráficos de comparação livre, em que o filtro põe outros países e blocos ao lado do Brasil.
Filtros
| Comparar o Brasil com | Na aba "Brasil no mundo", escolhe até doze países ou agregados para entrarem nos dois gráficos de comparação. O Brasil está sempre no gráfico e por isso não aparece na lista. A busca funciona sem acento, e o limite de doze existe porque acima disso as cores começam a se repetir e a legenda deixa de servir para ler o gráfico. |
Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.
Dados e atualização
| Fonte | OECD-FAO Agricultural Outlook |
| Cobertura | 1990 a 2035 · 29.671 registros |
| Ritmo | Anual |
| Atualizado em | 14/10/2026 |
Exportação
Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.
Indicadores vizinhos
- Produção brasileira de cana-de-açúcar, etanol e açúcar — a moagem e a produção da safra corrente quinzena a quinzena, com quebra regional que a OCDE não tem
- Projeções FIESP — cana, etanol e açúcar — a projeção decenal que a FIESP publicava até 2029, com o mix e a quebra por região — fonte encerrada, série congelada
- Balanço da produção mundial de açúcar — o balanço mundial de açúcar safra a safra, com oferta, demanda e estoque das consultorias e do USDA