Exportação de açúcar via porão de navio

Quanto açúcar de cada usina sai a granel no porão de navios, por quais portos e para quais países, mês a mês, pelo Sugar Recap da Williams Brazil.

Atualizado em 16/09/2026

O que ele responde

A estatística oficial do comércio exterior diz quanto açúcar saiu por cada porto e para cada país, mas não diz de quem era a carga. O porão dos navios graneleiros é o canal do açúcar a granel, em grande parte o VHP (açúcar bruto de alta polarização), carregado nos terminais de açúcar dos portos. O Sugar Recap, relatório mensal de embarques que a agência marítima Williams Brazil distribui ao mercado, lista navio a navio o açúcar carregado no porão em cada porto, com destino, comprador e os produtores de cada lote. Aqui os relatórios mensais viram uma série única por usina (empresa produtora), com os nomes padronizados para a mesma grafia de um mês para o outro: ranking das 80 maiores, volume e número de usinas por porto, os 30 maiores destinos e tabelas que se abrem usina › porto › país. Não é o line-up, a fila de navios esperados nos terminais: é o açúcar já carregado, lido pelo lado de quem produz. A empresa é a usina ou o grupo produtor do lote, e não a trading que negocia a carga; o lado de quem compra está em Exportação de açúcar por compradores. Na série mês a mês, pelo mês do relatório, dá para acompanhar como o volume de cada usina evolui ao longo da safra do Centro-Sul. Serve à usina que quer comparar o próprio ritmo de embarque com o dos concorrentes, à trading e ao operador portuário que acompanham quem embarca em cada terminal e a quem analisa a oferta brasileira no mercado mundial de açúcar. Perguntas que ele responde: de quais usinas saiu mais açúcar neste ano? Por quais portos cada uma embarca, e para quais países? Quantas usinas embarcam por cada porto, e quantos navios saíram no ano?

Visões

Dados de exportação

Usinas e portos: o ranking das maiores empresas produtoras (até 80 no gráfico), a quantidade exportada por porto e a participação de cada porto, a quantidade de empresas por porto e a distribuição delas entre os portos (esses dois contam empresas distintas, não somam tonelada) e os 30 países de destino que mais receberam. Nos rótulos do painel, o cartão Empresas exportadoras conta as empresas produtoras dos lotes, e o gráfico Quantidade importada por país é o volume por país de destino. Fecha com a tabela aninhada empresa › porto de origem › país de destino, com os anos nas colunas, que se abre nível a nível e exporta em CSV. No topo, cinco cartões valem para todas as abas: o volume do ano mais recente contra os mesmos meses do ano anterior, o volume do último mês publicado contra o mês anterior e quantas empresas, países de destino e navios houve no ano mais recente, cada contagem comparada com a mesma janela do ano anterior.

Por país de destino

A série mês a mês (uma janela de 36 meses, com rolagem) e a tabela aninhada país de destino › porto de origem › empresa: para cada mercado, por onde sai o açúcar e quem o embarca.

Histórico

O volume anual, o mês a mês com uma linha por ano, o acumulado dentro do ano e o volume por trimestre, mais a tabela meses × anos com o total de cada mês.

Filtros

Anos, Meses e TrimestreMultisseleção. Sem anos marcados, rankings e tabelas somam toda a série.
PortosMultisseleção, com busca: o porto de embarque.
EmpresasMultisseleção, com busca: a usina ou o grupo produtor informado em cada lote.
Países de destinoMultisseleção, com busca.

Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.

Dados e atualização

FonteWilliams Brazil — relatório de embarques de açúcar (Sugar Recap)
Atualizado em16/09/2026
Vale saber: O mês é o do relatório da Williams, e não a data de cada embarque: cada relatório traz os navios daquela publicação, alguns com chegada prevista em meses anteriores, e a série é a soma dos relatórios. Por isso os totais não batem mês a mês com a exportação oficial do Comex Stat, que é a referência para o total do país. Os rankings somam todo o recorte: sem filtro de ano, a série inteira. A empresa é o produtor que a Williams atribui a cada lote; carga sem produtor informado aparece numa linha própria, “Não Informado”. O nome do navio só está na base nos relatórios mais recentes; o histórico mais antigo não guarda a embarcação, e por isso o cartão de navios pode mostrar “sem base de comparação”. Na aba Histórico, o mês a mês e o trimestral põem zero nos meses do ano corrente que ainda não foram publicados, e o último trimestre está parcial; o acumulado para no último mês com dado. O ano mais recente está incompleto, e os cartões comparam com os mesmos meses do ano anterior. Com anos marcados no filtro, os cartões comparam o último ano marcado com o penúltimo marcado, e não com o ano anterior; marcando um ano só, eles ficam sem comparação. Embarques em contêiner têm indicador próprio.

Exportação

Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.

Indicadores vizinhos

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