Resultados trimestrais da São Martinho

O balanço trimestral da São Martinho (SMTO3), cada trimestre contra o das safras anteriores desde 2012/13: moagem, ATR, preços, custos, EBITDA, lucro, dividendos e dívida.

2012 a 2026Atualizado em 22/09/2026

O que ele responde

Como a São Martinho está indo nesta safra, comparada às anteriores, em moagem, custo, margem, lucro e dívida? Na planilha que a companhia, listada na B3 como SMTO3, publica no site de Relações com Investidores junto com o release de resultados, o operacional vem acumulado na safra (3, 6, 9 e 12 meses) e o financeiro fica espalhado em abas separadas. Aqui cada trimestre aparece isolado, já calculado, com o preço médio de cada produto e o ATR (açúcar total recuperável) por tonelada de cana, e lado a lado com o mesmo trimestre das safras anteriores desde 2012/13 (a dívida, desde 2013/14; o negócio de milho, desde que a companhia passou a separá-lo). Depois de cada release, o balanço trimestral, divulgado como 1T, 2T, 3T e 4T, entra na série: dá para ler o 2T da safra corrente contra o 2T das anteriores sem esperar o fechamento da safra. São as principais linhas do resultado trimestral e das demonstrações financeiras, da moagem à dívida líquida sobre EBITDA, passando por custo, lucro líquido, dividendos e o etanol de milho, em treze abas. Serve ao analista que acompanha a companhia, à usina que usa um grupo listado em bolsa como régua de custo e de margem, e ao banco ou à trading que quer o histórico trimestral sem montar planilha.

Visões

Produção

Moagem, origem da cana (própria e de terceiros) e produção de açúcar e de etanol de cana por safra, e a comparação trimestral entre safras da moagem, com a origem empilhada, do ATR total e da produção. Acima das abas, seis cartões fixos no último trimestre publicado, contra o mesmo trimestre da safra anterior: moagem acumulada na safra, receita líquida, EBITDA ajustado (com a margem), resultado líquido, dívida líquida sobre EBITDA ajustado e custo por tonelada de ATR. Eles não mudam com os filtros.

Indicadores agrícolas

Qualidade da cana (ATR por tonelada, ponderado pela moagem), rendimento do canavial (TCH) e nível de mecanização, por safra e trimestre a trimestre, e o mix de produção: quanto do ATR foi para açúcar e quanto para etanol ao longo da safra.

Açúcar · Etanol · Energia (três abas)

Três abas, uma por produto, cada uma com receita, volume vendido e preço médio por trimestre, comparando as safras selecionadas.

Composição das vendas

A participação de cada produto na receita líquida nas últimas quatro safras selecionadas: açúcar, etanol, energia, levedura, CBIOs, DDGS (o farelo de milho que sobra da destilação), imobiliário e outros. E a divisão entre mercado interno e externo da receita de açúcar, da de etanol e da receita total.

Custos e Capex

O custo caixa dos produtos vendidos e o custo por tonelada de ATR vendido; a composição do custo caixa (agrícola, industrial, milho e outros); de onde vem o custo agrícola (cana própria, de parceiros e de fornecedores); o capex por finalidade, de plantio e tratos culturais a modernização e expansão; e o capex contra a depreciação em cada safra.

Financeiro

EBITDA, resultado bruto e resultado (lucro) líquido por trimestre; receita líquida contra o custo dos produtos vendidos; receitas e despesas financeiras e variação cambial; despesas operacionais por tipo, resultado com derivativos e imposto de renda; e os acumulados por safra de receita, EBITDA e resultado líquido.

Caixa e dividendos

O caixa gerado pela operação contra o consumido em investimentos, com o fluxo de caixa livre; os investimentos por destino (plantio e tratos, imobilizado e intangível); e o retorno ao acionista por safra, em dividendos, juros sobre capital próprio e recompra de ações.

EBITDA e margens

EBITDA, EBITDA ajustado e EBIT ajustado por trimestre, safra contra safra; a evolução das margens, como a companhia as publica; e o EBITDA e o EBIT ajustado por tonelada de cana moída.

Dívidas

Dívida líquida no fim de cada trimestre; a dívida por moeda e por prazo (curto e longo prazo, com a participação de cada um na dívida bruta); a dívida por instrumento: debêntures, CRA (certificados de recebíveis do agronegócio), financiamentos de fomento, capital de giro e outros; dívida bruta, caixa e dívida líquida; e a dívida líquida sobre o EBITDA ajustado dos últimos 12 meses e sobre a moagem.

Levedura, DDGS e CBIOs

Receita, volume vendido e preço médio por trimestre de cada um desses coprodutos, comparando as safras.

Milho (última aba)

O negócio de etanol de milho da companhia: quanto da receita líquida vem da cana e quanto do milho, o etanol vendido por matéria-prima e, trimestre a trimestre e acumulados por safra, o milho processado, o etanol de milho e o DDGS produzidos.

Filtros

SafrasMulti-seleção; vale para todos os gráficos, mas não para os seis cartões do topo. O painel abre nas cinco últimas safras. O botão Padrão volta a essas cinco safras, mas marca todos os trimestres: para comparar de novo o mesmo período, deixe marcados só os trimestres já publicados da safra corrente.
Trimestres (gráficos por safra)Multi-seleção. Recorta só os gráficos com uma barra por safra, que somam os trimestres marcados (ou ponderam, no ATR); os gráficos de comparação trimestral não mudam com ele. O painel abre com os trimestres já publicados da safra corrente, para comparar a safra em andamento com o mesmo período das anteriores; depois do botão Padrão, todos ficam marcados.

Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.

Dados e atualização

FonteSão Martinho S.A. — Relações com Investidores
Cobertura2012 a 2026 · 7.238 registros
Safras2012/2013 a 2026/2027
Atualizado em22/09/2026
Vale saber: O ano fiscal da companhia segue a safra, de abril a março, e o código do trimestre segue o ano em que a safra termina: 3T25 é o 3º trimestre da safra 2024/25. O 4º trimestre cai na entressafra e quase não tem moagem; por isso o cartão de moagem é o acumulado da safra, e não o do trimestre. Na tela, o financeiro aparece em R$ milhões. Nos gráficos trimestrais, os volumes aparecem em mil toneladas, milhões de litros ou GWh; nos gráficos por safra, a moagem e o açúcar vão em milhões de toneladas e o etanol em bilhões de litros. Os preços médios aparecem em R$/t (açúcar), R$/m³ (etanol) e R$/MWh (energia), e os CBIOs em mil unidades. Nos gráficos por safra, a safra em andamento só tem os trimestres já publicados: com todos os trimestres marcados, ela parece menor que as fechadas. TCH e mecanização são o acumulado da safra até o último trimestre selecionado, e não a média dos trimestres. As margens de EBITDA ajustado e de EBIT ajustado são as que a companhia publica, calculadas sobre a receita sem o efeito de hedge; uma conta feita com a receita da demonstração de resultado dá outro número. Nem todo dado cobre a série inteira: a dívida começa em 2013/14, primeira safra em que a companhia passou a publicá-la, e a receita separada entre cana e milho começa na safra 2023/24. A composição das vendas usa as últimas quatro safras do filtro.

Exportação

Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.

Indicadores vizinhos

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