Faturamento das maiores empresas

O faturamento das maiores empresas do setor sucroenergético no ranking Melhores e Maiores, da Exame, edição a edição desde 2009: receita, lucro, patrimônio e ativo.

O que ele responde

Quais usinas e empresas de açúcar e etanol estão entre as maiores do país no ranking Melhores e Maiores, da Exame, e como cada uma se moveu de uma edição para outra? O ranking põe as mil maiores empresas do país numa lista só, e cada edição publica só o ano dela. Aqui ficam só as empresas do setor sucroenergético (ou sucroalcooleiro), as usinas e os grupos de açúcar, etanol e bioenergia, escolhidas uma a uma entre as mil, com as edições anteriores preservadas e a nota final, a pontuação que a Exame atribui a cada empresa na edição. É o recorte do setor no ranking da Exame; o NovacanaData traz também, em página própria, o recorte do Valor 1000, com outra metodologia e indicadores como EBITDA, dívida e liquidez. Esta é a série mais longa, desde 2009, em duas fases que não se emendam: dos balanços de 2020 em diante, em reais, com receita, lucro líquido, patrimônio, ativo, crescimento das vendas e rentabilidade do patrimônio líquido; de 2009 a 2019, em dólares, com o conjunto mais largo de métricas que a publicação trazia na época, como EBITDA, margem, endividamento, liquidez, giro e número de empregados. Serve ao banco e ao fornecedor que querem situar um cliente entre as maiores do setor, à consultoria que precisa do tamanho relativo dos grupos ano a ano e à usina que quer ver, pela posição no ranking geral, onde a cana fica diante do resto da economia.

Visões

Rankings

Os cartões do topo trazem quantas empresas do setor e quantas edições há na série, a receita e o lucro somados no ano mais recente e quantas empresas e grupos econômicos tem a série em dólares (2009 a 2019). Nesta aba, para o ano mais recente do recorte (valores em R$ mil; crescimento e rentabilidade em %, nota final em pontos): escolha a métrica (receita, lucro líquido, patrimônio líquido, ativo total, crescimento das vendas, rentabilidade do patrimônio líquido (PL) ou nota final) e veja as maiores ou as menores; ao lado, a receita e o lucro das maiores.

Evolução

Da fase em reais (2020 em diante): receita, lucro e ativo somados por ano; quantas empresas do setor entraram no ranking em cada ano; e a receita, ano a ano, das dez maiores do ano mais recente do recorte. A evolução de 2009 a 2019 fica na aba Histórico.

Distribuição

Empresas por UF e por setor, na classificação da Exame, no ano mais recente do recorte na fase em reais; e empresas por UF no último ano da fase em dólares (2019, ou o último ano até 2019 marcado no filtro).

Histórico 2009-2019 (US$)

Rankings por vendas líquidas, lucro ajustado, patrimônio ajustado, EBITDA, crescimento, rentabilidade, margem, endividamento e número de empregados, com maiores e menores, no último ano marcado da fase (2019, sem filtro); vendas, lucro e EBITDA somados por ano; rentabilidade, endividamento e margem médios; empregados somados; e as vendas, ano a ano, das dez maiores desse ano.

Dados

Duas tabelas, uma por fase, ordenáveis pelo cabeçalho. A de 2020 em diante traz ano, posição no ranking geral, empresa, o nome como saiu na publicação, cidade, UF, setor e as métricas em R$ mil. A de 2009 a 2019 traz ano, empresa, grupo econômico, UF e as métricas da época em US$ milhões, inclusive liquidez, giro, capital circulante e empregados.

Filtros

AnoMulti-seleção, sobre as duas fases. Os rankings e a distribuição usam sempre o ano mais recente do recorte em cada fase; marcar só anos de uma fase deixa vazias as abas da outra.
EmpresaMulti-seleção.
UFMulti-seleção.
Setor (2020+)Multi-seleção pela classificação de setor da publicação; vale para a fase em reais.
Grupo (2009-2019)Multi-seleção por grupo econômico; vale para a fase em dólares.
Métrica e Maiores/MenoresNos rankings de cada fase, escolha a métrica e se quer ver as maiores ou as menores.

Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.

Dados e atualização

FonteExame — Melhores e Maiores
Vale saber: O ano é o do balanço, e não o da edição: cada edição do ranking publica o exercício anterior (a edição de 2025 traz o balanço de 2024). As duas fases não se somam: até 2019 os valores estão em US$ milhões; de 2020 em diante, em R$ mil, com menos métricas. Uma empresa só aparece no ano em que entrou entre as mil maiores da Exame, então sair do ranking não quer dizer parar de operar, e a quantidade de empresas muda de um ano para outro. A lista não é um censo das grandes usinas: grupo que não entrou no ranking naquele ano, como o de capital fechado sem balanço na publicação, fica de fora. Os totais por ano somam conjuntos diferentes de empresas. A seleção das empresas do setor foi revista em 2026 e ficou mais completa no ano mais recente: o salto na quantidade de empresas e nos totais desse ano vem da curadoria, e não da entrada de empresas no setor. Cada ranking mostra as 20 maiores ou as 20 menores entre as empresas que têm aquela métrica no ano; quem não tem o dado fica fora, e não aparece como zero. Na fase em dólares, só parte das empresas informava o número de empregados; a soma de empregados é um piso, e não o total do setor. Crescimento e rentabilidade do PL da fase recente são calculados: receita sobre a receita do ano anterior, menos um, e lucro líquido sobre patrimônio líquido. A publicação lista empresas, não grupos: o grupo econômico que aparece na fase em dólares, na tabela e no filtro Grupo, foi acrescentado na montagem da série histórica e não é um campo do ranking. A grafia do nome muda a cada edição: o painel padroniza o nome de exibição e guarda a grafia original na coluna Nome na Exame. Empresa nova no ranking só entra depois de conferida como sendo do setor.

Exportação

Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.

Indicadores vizinhos

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